quarta-feira, 13 de abril de 2016
Último dia de aulas (teóricas)
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Meu dia de anos
Comecei o meu dia (apartir da meia noite) a discutir com o meu pai, quando eu menos queria. O meu melhor amigo foi o 1º a mandar me mensagem, fiquei super contente mas logo a alegria desvaneceu porque tinha o meu pai a melgar a cabeça porque não fiz as coisas que tinha de fazer durante o fim-de-semana, blá blá blá. Deitei-me e as lágrimas começaram a escorrer rosto abaixo. Peguei no telemóvel para responder ao meu melhor amigo e de seguida disse que não estava bem e, claro, pediu para que eu contasse ao que lhe respondi: "Sorrir que tá tudo bem :') ", e logo me entendeu. Meti uma uma playlist no computador, agradeci a Deus por mais um ano de vida e que o dia seguinte fosse um dia supra alegre e adormeci.
Demanhã acordei... sozinha em casa... apenas a minha cadela a arranhar a porta para entrar - parece que pressentiu que eu tinha acordado.
Peguei no computador, ja tinha algumas muitas mensagens e comentários mas vontade de responder - 0 (zero). Pousei-o, fui comer e tive a ver televisão, depois voltei ao computador, mais mensagens e comentários, ainda houve um que me animou mas, mais uma vez, a alegria fugiu. As lágrimas começaram a correr sem eu perceber o porquê, só pedia a Deus para entender o porquê de me sentir desta maneira - sem resposta.
O tempo passa... casa para arrumar mas vontade continua a mesma - 0 (zero).
Aqueci a comida que tinha sobrado do dia anterior, comi enquanto vi-a um filme "Bandolim do Capitão Cornelio" (ou lá como se chamava) - basicamente, amor em tempos de guerra - deprimente, claro. Passei à sobremesa - 2 crepes com chocolate, e comecei a falar com o meu melhor amigo.
Vamos lá ver como corre o resto do dia, mas...
Chego à conclusão que sinto falta de alguém... sinto-me sozinha.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Viver num teatro constante
Sabe tão bem estar com alguém, e mais quando esse alguém retribui com carinho, palavras... E quando começas a gostar de estar com esse alguém, e começas a gostar da pessoa, começas a tratá-la de maneira mais doce, usas palavras mais "romanticas". No entanto, a pessoa continua igual, indiferente à maneira como a tratas. Qual começa a ser a tua atitude? Começas a entristecer e nem demonstras que estás mal. Começas a viver num teatro constante, sem saber o que a outra pessoa pensa ou sente - a preocupação pela pessoa continua. Entras num ciclo viciado em que tu estás triste e a outra pessoa está "na boa". Queres falar, mas algo aconteceu, aguentas mais 1 dia, 2 dias, 3, 4, e a vontade é deixar de falar mas a preocupação pela pessoa é maior. E continuas... 6 dias, 7, 8, e o teu coração prestes a explodir.
Com tudo isto: calas-te e continuas a teatrializar até que algum dia o pano se feche.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Amor não é o mesmo que Paixoneta
Por vezes penso em como o Amor pode ser lixado. Hoje em dia faz se tanto teatro: finge-se sentimentos, sorrisos falsos, falsas promessas, montes de desculpas, tudo só para que o outro "passe tempo" - ou seja, ser tratado como um hobbie.
Cada vez se confunde mais paixoneta com amor. Qual a diferença? Muita!
Paixoneta: gostam, passam tempo, arranjam desculpas para tudo, há quem passe ao "amo-te", tudo com sorrisos falsos, sem ser correspondido, apenas para usar o outro - hobbie, mas nunca com um fogo imenso como o Amor.
Amor: amam-se porque sim, não arranjam desculpas, tudo é motivo de beijo ou abraço, são amigos, discutem mas fazem as pazes, brincam, são cúmplices um do outro, basta um olhar para aparecer aquele sorriso de apaixonado, preocupam se, não ligam ao que lhes rodeia, a opiniões, a "fofocas", apenas "agora sou eu e tu e mais ninguém" (in filme "Casamento à Indiana").
Quando um casal se ama verdadeiramente, notasse à distância.
Amor sem medidas nem condições.
Ja amei um rapaz assim, e gostava de voltar a sentir aquele arrepiar, as cócegas na barriga, o sorriso sem palavras, a ansiedade pelo reencontro ou chamada, o abraço apertado, o secar das lágrimas, o abraço e choro de compaixão, os olhares, o toque, os momentos... Tudo o que se faz quando se está verdadeiramente apaixonado.
Não sinto inveja dos "casalinhos", porque muitos deles não passam de fachada.
Eu não roubo nada a ninguém, apenas o coração de quem me ama, porque esse... Eu pretendo guardar e cuidar para todo o sempre.